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INFORMATIVO

VOCÊ MASCA CHICLETE? CORRA E APOSENTE ESTE HÁBITO...

(por Célia Leão*)

Lembro-me de ter lido, há algum tempo atrás, um artigo escrito por Alexandre Garcia

e nele o jornalista versava sobre o chiclete - e quanto o hábito de masca-lo é feio

e deselegante. Trazia o artigo um dado estarrecedor sobre qual é o montante gasto

nos Estados Unidos com mão-de-obra e ferramentas para raspar de calçadas

os chicletes que as pessoas , mal-educadamente, cospem em qualquer lugar...

E ele também dizia que, todas as vezes que via um adulto (ou mesmo uma

criança) mascando chiclete, lembrava-se de sua mãe, educando-o a somente

levantar-se da mesa de refeição depois de ter engolido o que havia levado à boca

com a última garfada, ou seja, que se levantar da mesa ainda mastigando é

falta de educação.

Parece incrível! Entro em uma loja e..lá está a vendedora a mascar o seu

chiclete. Compareço a uma reunião e a executiva que a preside..masca chiclete.

Estou aguardando, na sala de embarque a que o meu vôo seja chamado e meu vizinho

de frente...masca chiclete e, pior, o faz de boca aberta!

Acho que as pessoas jamais pararam para pensar no quanto este hábito é feio

e deselegante! E, ultimamente, ou estou prestando mais atenção a isso, ou

virou epidemia mesmo!

Quem masca, no reino animal, são os ruminantes. A eles poderíamos imputar

"ene" qualidades mas a elegância certamente não seria uma delas...

A comida é algo ligado à sobrevivência do ser humano, é assunto sério, é prazer

primário. E todas as vezes que sou obrigada a conviver com alguém que está

mascando um chiclete, penso sempre que esta pessoa está muito mais

concentrada nesta atividade (a de mastigar e mastigar e mastigar o seu chiclete)

do que em prestar atenção àquilo que estou falando.

Pelo bem de suas imagens, mascadores de chiclete: parem com isso já!
Se apreciam isso tanto assim, deixem para praticar o hábito quando estiverem

sozinhos, na intimidade de suas casas, no escuro de um cinema (e de boca fechada,

por favor - para que o barulho de sua boca mastigando não atrapalhe às demais

pessoas que assistem ao filme..!) enfim, usem de bom senso. Tratem de desvincular

suas imagens à imagem de "mascador compulsivo": isso é ruim para vocês porque

todo o compulsivo, de modo geral, é olhado como um desajustado. Esqueçam

os chicletes em seus horários de trabalho, em reuniões, em salas de aula,

jamais atendam a um cliente ou a um visitante mastigando, mastigando e

mastigando: além de parecer que você é sem educação, porque "saiu de mesa

com a boca ainda cheia de alimento", o outro lado pode achar que você não está

lhe dando a devida atenção que ele merece. E fechar negócio com a sua concorrência...

* Consultora de empresas na área de Etiqueta Empresarial e Marketing Pessoal ,

Etiqueta Social e cursos de atendimento ao Público;

Fonte: WWW.secretariando.com.br

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MÓDULOS HÍBRIDOS: CONSTRUA SISTEMAS SEM FIO DE FORMA SIMPLES.

Veja como os módulos híbridos de RF podem melhorar o desempenho dos sistemas

sem fio O projeto de sistemas sem fio para uso geral como por exemplo,

segurança, alarmes de carros, controles remotos para portas de

garagem, monitoramento de sensores, etc., pode ser simplificado e sua

compacidade pode ser melhor utilizada se forem usados módulos híbridos.

Os módulos, que podem ser adquiridos na Saber Marketing, são exemplos de

produtos que podem ser empregados com essa finalidade. Neste artigo focalizamos

o par de transmissor e receptor RT4 e RR3, de baixo custo e fácil utilização.

Os módulos híbridos recebem essa denominação por usarem uma tecnologia de

montagem que agrega componentes discretos e integrados numa mesma placa.

Essa tecnologia híbrida, denominada Tick Film Hybrid Technology, possibilita a

fabricação de produtos extremamente compactos, estáveis e de reduzidas

dimensões, ideais para as aplicações citadas na introdução.


Nosso destaque neste artigo é para o transmissor RT4 e o receptor correspondente

RR3. O par (transmissor e receptor) pode ser obtido nas freqüências de 315, 418 e

433 MHz. A freqüência é indicada pelo XXX na designação RT4-XXX, por exemplo.

O transmissor tem uma entrada de código que permite realizar a modulação do sinal e

o receptor possui uma saída para o código que pode ser aplicada à lógica de controle.

A freqüência do transmissor e do receptor é ajustada a laser na própria fábrica, ou

seja, eles não necessitam de qualquer tipo de ajuste.
O uso de módulos híbridos facilita muito o projeto de sistemas de controle remoto

para aplicações gerais como abertura de portões de garagem, ventiladores de

teto, sistemas de iluminação, alarmes de carros e outros. O fato de já virem

ajustados de fábrica é uma enorme vantagem, pois elimina a principal causa do

não funcionamento de sistemas convencionais, além de significar um ganho de tempo

na produção.

RT4-XXX - Transmissor


Na figura 1 temos o circuito equivalente deste transmissor que utiliza um

ressonador SAW e uma antena externa.

A tensão de alimentação do transmissor pode ficar entre 2 e 14 V, com uma

corrente típica de 4 mA. A potência de saída em 50 ohms é de -30 dBm.

A tensão na entrada de modulação no nível alto deve estar entre 2 V e o

valor da tensão máxima de alimentação. Na figura 2 temos a identificação dos

terminais desse componente.

Pinos


1 - Vcc - Tensão de alimentação
2 - GND - Terra
3 - IN - Entrada de modulação
4 - EA - Antena externa
Na figura 3 observamos um circuito típico de um controle remoto de um canal

usando o conhecido codificador MC145026 (disponível em www.reidosom.com.br ).

Esse mesmo circuito pode ser modificado para operar com diversos canais.

O datasheet do MC145026, onde existem informações sobre seu uso juntamente

com o decodificador, pode ser baixado

em www.ortodoxism.ro/datasheets2/4/09gy1ga79yr6l4igj17j3sggtsfy.pdf.


RR3-XXX - Receptor


O RR3 é um receptor super-regenerativo com indutor ajustado a laser. Nesse

caso, também o XXX indica a freqüência de operação. O receptor tem uma

sensibilidade típica de -100 dBm (92,2 Vrms), quando casado com 50 ohms. O

ajuste a laser possibilita grande precisão. Na figura 4 temos o diagrama de blocos

deste receptor.

Esse módulo opera com a tensão de 5 V apenas (4,5 a 5,5 V) tanto na entrada

AF quanto RF, e tem um consumo típico de 2,5 mA. A taxa máxima de dados é de

2 kHz. Os leitores deverão levar em conta esse fato ao fazer sua modulação a

partir de microcontroladores, pois podem ocorrer problemas se a velocidade não

for compatível. Mesmo ao utilizar o par MC145026 com seu decodificador, deverão

ser escolhidas freqüências de transmissão apropriadas. A saída no nível alto tem

um mínimo de 3,6 V, o que é suficiente para excitar tecnologia TTL e CMOS. Na

figura 5 vemos o invólucro com a pinagem do receptor.

Pinos
1 - RF +Vcc
2 - RF - GND (terra)
3 - IN
4 - NC -não conectado
5 - NC - não conectado
6 - NC - não conectado
7 - RF GND (terra)
8 - NC - não conectado
9 - NC - não conectado
10 - AF - +Vcc
11 - AF - GND (terra)
12 - AF - +Vcc
13 - Ponto de teste
14 - OUT (saída)
15 - AF - +Vcc
Na figura 6 apresentamos um circuito de aplicação, por onde o leitor pode ver

a simplicidade de uso dos módulos.

Fonte: WWW.sabereletronica.com.br

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MEIO AMBIENTE
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Meio ambiente é o conjunto de forças e condições que cercam e influenciam os seres vivos

e as coisas em geral. Os constituintes do meio ambiente compreendem clima,

iluminação, pressão, teor de oxigênio, condições de alimentação, modo de vida em

sociedade e para o homem, educação, companhia, etc.


Definição
Em biologia, sobretudo na ecologia, o meio ambiente inclui todos os fatores que

afetam diretamente o metabolismo ou o comportamento de um ser vivo ou de uma

espécie, incluindo a luz, o ar, a água, o solo - chamados fatores abióticos - e os seres

vivos que coabitam no mesmo biótopo. Os fatores ambientais sem vida, tais

como temperatura e luz do Sol, formam o meio ambiente abiótico. E os seres vivos ou os

que recentemente deixaram de viver, tais como as algas e os alimentos, constituem o

meio ambiente biótico. Tanto o meio ambiente abiótico quanto o biótico atuam um

sobre o outro para formar o meio ambiente total de seres vivos e sem vida.


Meio Ambiente Abiótico
O meio ambiente abiótico inclui fatores como solo, água, atmosfera e radiações. É

constituído de muitos objetos e forças que se influenciam entre si e influenciam a

comunidade de seres vivos que os cercam. Por exemplo, a corrente de um rio pode influir

na forma das pedras que jazem ao longo do fundo do rio. Mas a temperatura, limpidez

da água e sua composição química também podem influenciar toda sorte de plantas e

animais e sua maneira de viver. Um importante grupo de fatores ambientais

abióticos constitui o que se chama de tempo.
Sua Influência
Os seres vivos e os destituídos de vida são influenciados pela chuva, geada,

neve, temperatura quente ou fria, evaporação da água, umidade (quantidade de vapor

de água no ar), vento e muitas outras condições do tempo. Muitas plantas e animais

morrem a cada ano por causa das condições do tempo. Os seres humanos constroem casas

e usam roupas para proteger-se dos climas ásperos. Estudam o tempo para aprender

a controlá-lo. Outros fatores abióticos abrangem a quantidade de espaço e de

certos nutrientes (substâncias nutritivas) de que pode dispor um organismo.
Todos os organismos precisam de certa quantidade de espaço em que possam viver e

levar avante as relações comunitárias. Também precisam de certa quantidade de

nutrientes desprovidos de vida, como por exemplo o fósforo, para manter

atividades corporais como a circulação e a digestão.


Meio Ambiente Biótico
O meio ambiente biótico inclui alimentos, plantas e animais, e suas relações recíprocas e

com o meio abiótico. A sobrevivência e o bem-estar do homem dependem grandemente

dos alimentos que come, tais como frutas, verduras e carne. Depende igualmente de

suas associações com outros seres vivos. Por exemplo, algumas bactérias do

sistema digestivo do homem ajudam-no a digerir certos alimentos.
Os fatores sociais e culturais que cercam o homem são uma parte importante de seu

meio ambiente biótico. Seu sistema nervoso altamente desenvolvido tornou possível

a memória, o raciocínio e a comunicação. Os seres humanos ensinam a seus filhos e aos

seus companheiros o que aprenderam. Pela transmissão dos conhecimentos, o

homem desenvolveu a religião, a arte, a música, a literatura, a tecnologia e a ciência.

A herança cultural e a herança biológica do homem possibilitaram-lhe progredir além

de qualquer outro animal no controle do meio ambiente. Nas últimas décadas, ele começou

a explorar o meio ambiente do espaço cósmico.


Todo ser vivo se encontra em um meio que lhe condiciona a evolução de acordo com o

seu patrimônio hereditário. A reação evolução sobre o patrimônio leva à individualização

dos seres e a sua adaptação ao modo de vida. Quando o meio muda, o organismo

reage através de uma nova adaptação (dentro da faixa permitida pelo patrimônio

hereditário) que, segundo Lamarck, seria sempre eficaz, mas que, na realidade, pode

ser prejudicial e agravar as conseqüências da mudança. Por exemplo, alterações


A locomoção, no reino animal, e a dispersão dos diásporos, no reino vegetal, permitem

às espécies instalarem-se em novos ambientes, mais favoráveis. É o aspecto principal

da migração. O organismo pode, também, diminuir as trocas ou contatos com um meio

hostil através da reclusão (construção de um abrigo, enquistamentos, anidrobiose, etc.)


Enfim, uma espécie pode organizar seu meio por iniciativa própria (insetos sociais, castor

e espécie humana).

 

CONHEÇA OS 16 NOVOS PROCESSADORES DA INTEL
Autor: Alessandra Carneiro – 9/1/2008

A Intel apresentou 16 novos processadores fabricados em 45nm: 5 dual core mobile, 4

dual core desktop, 3 quad core desktop e 4 para servidores (3 quad, 1 dual). A maioria

(9 modelos Core 2 Duo) chegam no mercado americano ainda em janeiro. Os outros

serão lançados no decorrer dos próximos 4 meses. Confira os novos processadores:


• Core 2 Extreme X9000: 2,80 GHz, cache L2 de 6 MB, barramento externo de 800 MT/s

(US$ 851)


• Core 2 Duo T9500: 2,60 GHz, cache L2 de 6 MB, barramento externo de 800 MT/s

(US$ 530)


• Core 2 Duo T9300: 2,50 GHz, cache L2 de 6 MB, barramento externo de 800 MT/s

(US$ 316)
• Core 2 Duo T8300: 2,40 GHz, cache L2 de 3 MB, barramento externo de 800 MT/s

(US$ 241)
• Core 2 Duo T8100: 2,10 GHz, cache L2 de 3 MB, barramento externo de 800 MT/s

(US$ 209)
• Quad-core Xeon X3360: 2,83 GHz, cache L2 de 12 MB, barramento externo de 1333

MT/s (US$ 530)

• Quad-core Xeon X3350: 2,66 GHz, cache L2 de 12 MB, barramento externo de 1333

MT/s (US$ 316)

• Quad-core Xeon X3320: 2,50 GHz, cache L2 de 6 MB, barramento externo de 1333

MT/s (US$ 266) • Dual-core Xeon E3110: 3 GHz, cache L2 de 6 MB, barramento externo

de 1333 MT/s(US$ 188)

• Core 2 Quad Q9550: 2,83 GHz, cache L2 de 12 MB, barramento externo de MT/s (US$ 530)
• Core 2 Quad Q9450: 2,66 GHz, cache L2 de 12 MB, barramento externo de MT/s (US$ 316)
• Core 2 Quad Q9300: 2,50 GHz, cache L2 de 6 MB, barramento externo de MT/s (US$ 266)
• Core 2 Duo E8500: 3,16 GHz, cache L2 de 6 MB, barramento externo de MT/s (US$ 266)
• Core 2 Duo E8400: 3 GHz, cache L2 de 6 MB, barramento externo de 1333 MT/s (US$ 183)
• Core 2 Duo E8200: 2,66 GHz, cache L2 de 6 MB, barramento externo de 1333 MT/s

(US$ 163)

• Core 2 Duo E8190: 2,66 GHz, cache L2 de 6 MB, barramento externo de 1333 MT/s (US$ 163)


Fonte: www.sociedadedigital.com.br



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